A Nissan apresentou oficialmente as primeiras imagens da sua nova minivan, chamada Gravite. De acordo com as informações, o carro será uma opção mais compacta de 7 lugares e que será uma substituta indireta da Livina, focando justamente no espaço interno e no atendimento das necessidades de famílias maiores.

Nissan Gravite / Créditos: Divulgação Nissan
Nissan Gravite / Créditos: Divulgação Nissan

Em termos visuais, de acordo com as primeiras fotos divulgadas, a Gravite adota basicamente os principais elementos da identidade visual mais recente da Nissan. O carro possui uma assinatura luminosa em formato de “C” na dianteira, os faróis de LED com desenho horizontal e o nome “Gravite” aplicado no capô.

Na parte de trás, destaque para o padrão que se repete no acabamento do para-choque e o nome do modelo, novamente, bem no meio da tampa do porta-malas.

Apesar de não ter mostrado as fotos do interior do carro ainda, tudo indica que ele siga basicamente o mesmo layout do Triber, incluindo bancos modulares, permitindo diferentes configurações de uso, com foco em flexibilidade e melhor aproveitamento do espaço interno, tanto para passageiros quanto para bagagens.

Nissan Gravite / Créditos: Divulgação Nissan
Nissan Gravite / Créditos: Divulgação Nissan

Já em relação ao conjunto mecânico, ainda não foram divulgadas as informações oficiais, mas ele também deve seguir as escolhas que a Nissan fez para o Triber. O modelo conta com motor 1.0 aspirado de três cilindros, que entrega cerca de 71 cv e 96 Nm de torque, com opções de câmbio manual de cinco marchas ou automatizado do tipo AMT.

O Gravite será produzido na fábrica de Chennai, na Índia, a mesma onde é montado o Renault Triber. O foco realmente deve ser o mercado indiano, com lançamento previsto para o ano de 2026.

Segundo Massimiliano Messina, presidente da Nissan para a região AMIEO (África, Oriente Médio, Índia, Europa e Oceania), o Gravite faz parte de uma nova ofensiva da marca baseada em produtos desenvolvidos na Índia e para a Índia, mas com alcance internacional. O executivo reforça que o país seguirá como um polo estratégico dentro da aliança Renault-Nissan, tanto em volume quanto em exportações.

Mas ainda não existe previsão de lançamento em outros mercados, incluindo o Brasil.