O BYD Dolphin Mini alcançou uma inédita terceira colocação entre os veículos mais vendidos do Brasil na parcial de setembro. Até o dia 28, o elétrico acumulava 8.222 emplacamentos, segundo dados da Fenabrave e da Bright Consulting.

O resultado colocava o compacto atrás apenas da Fiat Strada, com 13.985 unidades, e do Volkswagen Polo, que somava 9.954 registros.
O desempenho é especialmente relevante por colocar um carro totalmente elétrico à frente de modelos tradicionais do mercado brasileiro. Na parcial, o Dolphin Mini superava Volkswagen T-Cross, Tera, Fiat Argo e Hyundai HB20.
O T-Cross aparecia na quarta posição, com 7.769 unidades, seguido pelo Tera, com 7.000. O Argo ocupava o sexto lugar com 6.882 emplacamentos.
Outro eletrificado que aparecia entre os dez primeiros era o GWM Haval H6. O SUV híbrido ocupava a nona colocação, com 5.135 unidades.
O desempenho do Dolphin Mini contrasta com o de seu irmão maior. O BYD Dolphin acumulava 3.167 registros e estava apenas na 23ª posição na mesma parcial.
O resultado também mostra a crescente importância do Dolphin Mini dentro da estratégia da BYD. O modelo combina dimensões compactas, motorização totalmente elétrica e preço próximo ao de alguns hatches a combustão bem equipados.
Na linha 2027, o Dolphin Mini parte de R$ 118.990 na versão GL e de R$ 119.990 na GS. Dependendo da configuração, a autonomia homologada pelo Inmetro varia entre 224 km e 280 km.
A terceira posição, porém, deve ser tratada como um retrato parcial. Os números divulgados pela fonte estavam atualizados até 28 de setembro e ainda não representavam o fechamento definitivo do mês.
Mesmo assim, o resultado já mostra um avanço relevante para os elétricos no mercado nacional, especialmente porque coloca um modelo a bateria disputando diretamente as primeiras posições do ranking geral de emplacamentos.